MINHA CABEÇA ME SALVA OU ME PERDE

minha cabeça me salva
Em diversos mitos afros iorubá e bantu, Iemanjá e Kayaia são as “donas das cabeças”.

PARA GELAR A ALMA

para gelar alma
Em uma casa, vivem três benzedeiras: Ligeia e Morella são irmãs, primas de Berenice, e elas vivem sob uma maldição que diz que toda mulher da família nunca terá a chance de se casar, caso isso ocorra, ou ela ou o marido morre.

OJU ORUM – COLETIVO QUIZOMBA

Oju Orum Alicia Peres 4
Quatro mulheres, a mítica Negra Anastácia, a menina nordestina Alice, a mineira Alzira e a adolescente paulistana Anita, são retratadas em quatro períodos históricos distintos.

AUTO DA ANUNCIAÇÃO

auto anunciação
A Cia Cênica traz às ruas um Auto que celebra nossa cultura popular: o sertanejo, o retirante, o andarilho, o sem-teto, o povo em si. Com estrutura de musical e uso da linguagem melodramática, o espetáculo é ambientado em um universo regionalista.

CARNE – KIWI COMPANHIA DE TEATRO

Teatro Carne Kiwi Companhia de Teatro Divulga o 1
Por meio de 20 quadros interligados, acompanhados por percussão, o espetáculo discute as relações entre patriarcado e capitalismo, mostrando o panorama da opressão de gênero e a situação específica da violência contra as mulheres no Brasil.

MOSTRA MARIO PAZINI DE TEATRO DO GUETO

Mostra mario pazini
A mostra de teatro do Gueto realizado pelo Grupo Clariô de Teatro completa a 6ª edição e passa a homenagear o diretor/fundador Mario Pazini Junior.

VOO DE ÍCAROS – CIRCO TEATRO PALOMBAR

voo de icaros 2

Grupo Circo Teatro Palombar estreia o “Voo de Ícaros” no Centro Cultural Arte em Construção. A montagem é fruto do desejo do grupo em conhecer e se aprimorar do novo equipamento.

GRANDE SERTÃO GRAJAÚ: PRÓLOGO

grande sertao grajau
Em forma de um grande prólogo e por meio de um coro  formado por seus 12 atores, a II Trupe de Choque apresenta a narrativa completa da sua versão para o célebre romance de João Guimarães Rosa.

MEDO – CIA. HELIÓPOLIS

MEDO CiaTeatroHeliópolis

O espetáculo Medo é inspirado no texto “Medo Líquido, de Zygmunt Bauman, , a peça baseia-se nos atentados de 2006 da cidade de São Paulo e traz consigo a memória do movimento social "Mães de Maio", constituído por um coletivo de mulheres denunciantes da violência urbana nas periferias da metrópole.


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