INSUBMISSAS: ALGUMAS DANÇAS QUE HABITAM NOSSAS CASAS

insubmissas Da própria pele não há quem fuja
Grupos de SP, RJ e BA dialogam sobre a produção e a pluralidade da cena contemporânea periférica e negra.

Dia 25 (terça-feira), 20h30. ENCRUZILHADA - Espetáculo de dança sobre a re-ssignificação da ancestralidade, dos espaços urbanos e de propostas para uma nova consciência corporal e política - um ato de resistência das periferias, dos mestres da cultura popular e do Hip Hop.

Dia 26 e 27 (quarta e quinta-feira), 20h30. DA PRÓPRIA PELE NÃO HÁ QUEM FUJA - Espetáculo parte da pesquisa sobre a diversidade no contexto cultural afro-brasileiro. A poética do trabalho agrega elementos da simbologia dos orixás e de manifestações populares como Zambiapunga e Mandus. Com Cia. Experimentandonus (BA).
Dia 02/05 (terça-feira), 20h30. MIRA -  Questiona a normatividade coreográfica em vias públicas, fundamentada na ação violenta do racismo, machismo e homofobia. Com Tais de Menezes.

Dia 02/05 (terça-feira), 21h. BOI DA CARA PRETA - Com o entendimento de uma dança cíclica que arrebata qualquer temporalidade ocidental, “Boi da Cara Preta” escava estratégias de embate para corromper as normatividades da vida contemporânea, criando fissuras entre mundos para promover a volta à ancestralidade. Com Djalma Moura (SP).

Dias 03 a 04/05 ( quarta e quinta-feira), 20h30. PELE – Espetáculo de dança que aborda a função do “tecido vivo” na interação do indivíduo com o meio. Cia Clanm (RJ).

Sesc Pinheiros

Rua Pais Leme, 195. Pinheiros, Zona Oeste

Entrada franca

(11)99492-5781

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