MOSTRA DE ARTES CÊNICAS ESTÉTICAS DAS PERIFERIAS 2018

Memorias do Rio do Rei e do Dia Foto de Taetê Benedicto 2Tempo, espaço e linguagem se entrelaçam com o tema da Mostra de Artes Cênicas Estéticas das Periferias 2018.

 

22 de março - CIA UNA -“Memórias do Rio, do Rei e do Dia”

29 de Março - Circo Teatro Palombar - “A Fabulosa Charanga dos Excêntricos”

19 de abril  -Cia Fankama Obi – “Kodon”

26 de abril - Selo Homens de Cor - “Negror”

24 de maio - A Cia Treme Terra - “MACUMBA JAM”

31 de maio - Cia Diversidança - “Manifesto para outros manifestos”

21 de junho - Brava Companhia - “O show do Pimpão”

28 de junho – CIA Humbalada – “Bixa Monstra Presidenta”

19 de julho - Trupe Lona Preta – “O Circo Fubanguinho”

26 de julho  - Dolores Boca Aberta - "Rolezinho”

 

22 de março

CIA UNA

“Memórias do Rio, do Rei e do Dia”

Espetáculo livremente inspirado em Diadorim, de Grande Sertão: Veredas, que narra as histórias de sua primeira caminhada pelo Sertão de Minas Gerais ao mesmo tempo em que relembra e percorre momentos importantes de sua jornada, passando pela infância até chegar à jagunçagem e encontrar o amor e a morte como guias da travessia. Dividido em três caminhos narrativos diferentes e independentes: do Rio, do Rei e do Dia, a escolha de qual será narrado é definida somente no inicio de cada apresentação. Desta maneira o público poderá conhecer outros caminhos e encontrar novas histórias cada vez que entrar neste Sertão construído pela narradora.

Elenco, textos e dramaturgia: Carla Lopes

Encenação, dramaturgia e iluminação: Diego José Villar

Trilha Sonora: Ricardo Luccas e Paulo Henrique Custódio “Kizumba”

Produção e Operação de luz: Aline Baba

Contrarregra e Assistente de Produção: David Passos

 

29 de Março

Circo Teatro Palombar

“A Fabulosa Charanga dos Excêntricos”

A Fabulosa Charanga dos Excêntricos é uma banda composta por palhaços e palhaças excêntricos que são responsáveis pela trilha musical e sonoplastia desse grande espetáculo.

Os cômicos da Charanga tocam trombone, trompete, saxofone, surdo e repiques e também instrumentos inusitados. Além da performance do sensacional homem-banda!

Direção: Adriano Mauriz

Assistente de coordenação: Ricardo Big

Cenário e Figurino: Grupo Circo Teatro Palombar

Produção geral: Grupo Circo Teatro Palombar

Trilha sonora: Joílson dos Santos

Artistas: Barbara Maria, David William, Giuseppe Farina, Guilherme Torres,Henrique Nobre, Larissa Evelyn, Leonardo Galdino, Marcelo Nobre, Paulo Santos, Rafael Garcia, Vinicius Mauricio

 

19 de abril

Coletivo Obi

Grupo paulistano que apresenta um repertório de ritmos e movimentos dos balés tradicionais do Oeste Africano, tendo como base a música e a dança Mandingues.

Da constante e intensa pesquisa a que se dedica o grupo, resulta uma releitura dos Balés da Guiné, que cumprem em seu país um papel socio-político de destaque e são reconhecidos mundialmente.

Dançarinos: Sofia Serafim, Pedro Lucas, Mariama Camara e Paula da Paz

Percussionistas: Rafael Fazzion, Thiago Barcelos Fialho; André Trindade Ymamura e Adilson Fernandes Jr.

Cantora: Mariama Camara

Produção: Paula da Paz

 

26 de abril

Selo Homens de Cor

“Negror”

Classificado como Peça-Panfleto-Itinerante, o universo alegórico e mítico do Boxe é pano de fundo da encenação. A ação é contínua e dividida por assaltos. As nossas personagens são dois lutadores de boxe, um juiz, uma moça do placar e um fotógrafo. Através da formação de quadros vivos e de procedimentos dramáticos e épicos, pequenos relatos de casos reais envolvendo o assassinato de meninos negros são compartilhados em uma estrutura narrativa transformada em depoimentos em primeira pessoa.

Direção: Sidney Santiago Kuanza

Performers: Pedrão Guimarães, Vítor Bassi, Larissa Nunes e Sidney Santiago Kuanza Fotografias: Pedro Jackson

Contra-regra: Frederico Azevedo

Produção: Adriano José e Sidney Santiago Kuanza Web

designer: Rodrigo Kenan Redator: José Nabor Jr.

 

24 de maio

A Cia Treme Terra

“MACUMBA JAM”

A Cia Treme Terra convida músicos, dançarinos, capoeiristas, batuqueiros, brincantes e interessados em geral a participar dessa grande JAM que tem o propósito de criar um espaço livre interativo de experimentações e improvisações nas linguagens de música, dança e poesia, partindo dos elementos artísticos inspirados na cultura negra.

Como disparador, a temática central da Jam será baseada na mitologia dos orixás e os ritmos brasileiros oriundos da diáspora africana. Dentro desta proposta, pretendese convidar o público espontâneo transeunte no local para participar das experimentações.

Direção: João Nascimento e Firmino Pitanga

Produtora executiva: Fernanda Rodrigues

Assistente de produção: Pedro Henrique

Musicistas: AfroJu Rodrigues, João Nascimento, Paulinho Paes, Bira Nascimento, Guilherme Fratini e Pedro Henrique.

Dançarinxs: Terena Kanouté, Thiago Bilieri, Luciano Virgilio + 1

 

31 de maio

Cia Diversidança

“Manifesto para outros Manifestos - Resistir dançando por alguns cantos…”

Manifesto para outros Manifestos – Resistir dançando por alguns

cantos... é uma intervenção do projeto “Ensaios Cartográficos” realizado pela

Cia Diversidança, por meio de site specific, mas cuja proposta não somente

perfaça pela sua relação com o espaço urbano/território, mas que a vivência

estabelecida possa trazer experiência não apenas estética, mas também

simbólica para aqueles que transitam pela cidade. A intervenção é norteada por

diversas perguntas, dentre elas: Por que você dança? Quais as conquistas,

lutas e perdas da dança? O que temos contribuído pra dança na cidade? A

dança pode mudar o seu mundo? Qual é o papel do artista da dança na

sociedade?

Direção Geral e Artística: Rodrigo Cândido

Assistência Artística/Ensaiadora: Daniele Santos

Preparação Corporal: Rodrigo Cândido

Produção: Anderson Santana, Simone Gonçalves e Rodrigo Cândido

Assistente de Produção: Valéria Ribeiro

Preparação Corporal/Convidados: Begson Queiróz, Érika Moura e Luciana Bortoletto

Interpretes-Criadores: Alessandro Saldanha, Cintia Rocha, Felipe Santana, Iliandra Peluso,

Márcio Vitorino, Rodrigo Cândido, Rosângela Alves e Vinicius Borges

Interpretes-Pesquisadores: Alessandro Saldanha, Bárbara Santos, Felipe Santana, Rivaldo Ferreira e Rodrigo Cândido.

Trilha Sonora: Vitor Gonçalves

Operador de Som: Alessandro Mesquita

Figurino e Customização: A Cia

Fotografia: Gabriel Gomes

Assistente de Fotografia: Mariana Rodrigues

Captação e Edição de Vídeo: Leandro Caproni (Sem Cortes Filmes)

Arte de Divulgação: Rodrigo Cândido e Willian Santana

 

21 de junho

Brava Companhia

“O show do Pimpão”

Numa localidade qualquer da periferia do capitalismo três miseráveis artistas se juntam para tentar arrecadar algum numerário que lhes garanta, ao menos, a refeição do dia. Em tempos de crise, fazer graça com a própria desgraça foi a única alternativa que lhes restou como forma de sobrevivência.

E se o show não lhes rende o suficiente para comer, o barulho das risadas do público ajuda a abafar o ronco dos seus estômagos vazios, e a tentar esquecer a própria desnutrição. Seria trágico, se não fosse cômico.

Criação Brava Companhia Direção e Dramaturgia Ademir de Almeida

Direção Musical: Joel Carozzi

Atores: Fábio Resende Márcio Rodrigues Max Raimundo

Figurinos: Cris Lima Márcio Rodrigues Rafaela Carneiro

Cenário Joel Carozzi Márcio Rodrigues Sérgio Carozzi

Design Gráfico Ademir de Almeida

Produção Kátia Alves

 

28 de junho

Cia Humbalada

“Bixa Monstra Presidenta”

A peça conta a história de Tel Silvia, bixa monstra e amante do atual presidente da república. Com a descoberta da relação escondida entre o presidente e uma bixa cria-se no país um grande escândalo nacional e a figura de Tel ganha destaque no Brasil inteiro. Ela consegue ser eleita e ser a primeira bixa presidenta do Brasil. A partir daí a peça começa a discutir e narrar as relações de poder entre a política e a comunidade LGBT. Além disso, revela as tensões existentes no que chamamos de crise de representatividade política.

Direção e Dramaturgia: Bruno César Lopes

Assistente de Direção: Lucas Bernardo

Figurino: Alene Alves

Iluminação: Piu Dominó

Compositor: Carlos Lourenço

Diretor Musical: Luciano Carvalho

Produção: Janaína Soares

Elenco: Eliane Weinfurter, Tatiana Monte, Ônika Soares, Bruno César Lopes, Carlos Lourenço, Daniel Silva, Paulo Henrique Sant’Anna, Paulo Araújo, Rafael Cristiano, Samuel Sasso

 

19 de julho

Trupe Lona Preta

“O Circo Fubanguinho”

Espetáculo inspirado nas charangas e bufonarias, o espetáculo circense O Circo Fubanguinho é a mais nova peça da Trupe da Lona Preta, apresentando a história de dois palhaços que, apesar de expulsos do picadeiro e demitidos da trupe pelo dono do circo, tentam de todas as maneiras reconquistar seus empregos.

Direção: Sérgio Carozzi e Joel Carozzi

Elenco: Alexandre Matos, Elias Costa, Henrique Alonso, Joel Carozzi, Sérgio Carozzi e Wellington Bernado

Produção: Henrique Alonso

 

26 de julho

Dolores Boca Aberta

"Rolezinho”

Um monstro com olhos de fogo suga toda água da floresta e concede goles d’água aos animais em troca de seus olhos. A fábula carnavalizada pelo coletivo Dolores opera a metáfora do monopólio das riquezas e da cegueira social como características inseparáveis de um monstro, o Boitatá. Diferente das lendas brasileiras, em que o Boitatá surge como defensor de florestas, nesta aparição ele será a representação de uma relação social hegemônica, que domina tudo e todos.

Concepção e criação do espetáculo: Coletivo Dolores

Direção: Luciano Carvalho

Núcleo Musical: Igor Giangrossi, Fernando Couto e Fernando Oliveira

Núcleo Dramaturgia: Cristina Adelina Assunção, Igor Giangrossi, Leticia Laranjeira, Lucas Bronzatto e Tiago Mine

Núcleo Figurinos e Adereços: Cristina Adelina Assunção, Erika Viana e Nica Maria

Núcleo Comunicação: Daisy Serena, Lucas Bronzatto, Luis Mora e Mariana Moura

Produção: Karina Martins, Tati Matos e o coletivo

Preparação Vocal: Igor Giangrossi

Registro Audiovisual e Fotográfico: Alexandre Gonçalves, Daisy Serena e Luís Mora

 


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