LIMA BARRETO E O MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO

Lima Barreto
Afonso Henriques Lima Barreto nasceu no dia 13 de maio de 1881, sete anos antes da lei áurea. Talvez seria essa sua primeira premonição, se livrar de datas comemorativas. Abolição, república, aniversários, tornaram-se códigos questionáveis na trajetória do escritor. Neste encontro, a história desse grande escritor negro reverbera, se mescla e se funde às histórias dos negros contemporâneos e os mais de 40 anos de luta do Movimento Negro Unificado. 

1° Encontro (16/5 - quinta-feira):

Vida e obra de Lima Barreto com Lilian Schwarcz, Renato Gama e Paulo Rafael

Renato Gama é músico, musicoterapeuta, educador, compositor, vem trilhando poesias, com marcas de esperanças. Poemusicou, Conceição Evaristo, Cuti, Sergio Vaz e tantos outros. Agora dialoga com Lima, aproximando sonhos, poderes e realidades. Descobriu um jeito de conversarem no trem, parecido com cabinda.

Lilian Schwarcz é historiadora, antropóloga, curadora, Lilian percorre trechos do subúrbio carioca, refazendo caminhadas marcadas, por vidas cansadas e sedentas de registros. Era um jeito de sair da invisibilidade. Faltava esse registro. Triste visionário, Biografia de Lima Barreto escrita por Lilia Schwarcz.

Paulo Rafael é historiador, escritor, educador, media essa conversa ligando historias e músicas com a contextualização lítero-musical apropriada.

2° Encontro  (17/5 - sexta-feira):

Os 40 anos do M.N.U. e a obra de Lima Bareto com Tita Reis, Adão José de Oliveira, Gevanilda dos Santos e Paulo Rafael

Tita Reis é músico, historiador, pesquisador, compositor, tem registros em sua trajetória de histórias pinçadas pelas sutilezas. Morador de Guaianases, perto da estação, Tita utiliza esse meio de transporte, de um jeito parecido com o de Lima. Às vezes reflexivo, mas sem perder a esperança. Lima escrevia, Tita Reis faz música. Fala de Guaianases, fala de movimento negro, Rosário dos Homens Pretos, e faz as histórias pinçadas parecer com as de Renato e Lima.

Adão José de Oliveira é educador, fundador do movimento negro, poeta e participa do livro de comemoração dos 40 anos com artigos.

Gevanilda dos Santos é historiadora do movimento negro e das causas das mulheres negras, é fundadora da Soweto que tem parceira do Sesc na publicação.

Paulo Rafael é historiador e coordenador pedagógico. Participou com artigos no livro sobre os 40 anos do M.N.U

Local: Biblioteca (15° andar)
Acesso livre, sujeito à lotação do espaço.
SESC Paulista
Av. Paulista, 119 - Bela Vista,


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