MASCULINIDADES PRETAS: DO HOMEM AO AFRICANO

36329964 1309107732555845 6679195459820453888 n
O coletivo Ujima convida para a discussão das muitas as formas de exercer controle sobre as existências negras em estruturas sociais baseadas na supremacia da raça branca.

Essas mesmas formas não apenas aplicam o racismo como método de genocídio do povo preto, mas também tentam “modelar” a maneira de ser e existir enquanto negro e negra, dentro e fora de África. Um aspecto que pode ser levado em conta, dentro deste contexto de dominação, são as relações de “gênero”. Um conceito europeu e ocidental que, basicamente, define o que uma pessoa é a partir de seu corpo e de uma “bio-lógica”, que tem como principal função construir identidades e desenhar seus papeis na sociedade. 

“Homem”, “O Homem”, quem é, de fato, este Homem? Se “gênero” é uma categoria criada fora de África, por uma raça que sempre buscou dominação a partir das distinções, como ele opera dentro do povo preto após o período colonial? E antes deste período, existia o tal “Homem”? Para além dos atributos físicos, um elemento fundamental para debater e analisar o que é ser homem, a partir de uma perspectiva afrocentrada, são as masculinidades negras ou as diversas formas de “ser homem” num mundo dominado pela lógica ocidental de gênero. São muitas perguntas que levam à reflexão indispensável sobre o povo preto a partir de suas próprias categorias, existências, ancestralidades e formas de se relacionar para além da imposição colonialista. Imposição que até hoje se arrasta e prejudica a emancipação de irmãos que ainda estão presos a um modelo de “Homem” que nunca os contemplará com o que, de costume, alguns chamam de “privilégios”. 

Entre o “Homem” e o “Africano” existem diversas questão que devem ser (re)pensadas no intuito de combater masculinidades prejudiciais ao povo preto como um todo.

A roda conta com a participação de:

Vinicius Santos, membro dos coletivos Ujima Povo Preto e 21 de Novembro, graduado em ciências sociais e em jornalismo, possui linha de pesquisa em performances de gênero na diáspora contemporânea e nas tradições Afrikanas.
Tago Dahoma, graduado em ciências sociais, um homem afrikano que volta suas atenções às necessidades e interesses dos povos afrikanos, seja no continente ou diáspora.

 

Sábado, 7 de julho às 14:00

E.E. DEPUTADO PEDRO GERALDO COSTA
Rua Francisco Capara , 75, Lajeado.


Edições anteriores
Envie seu evento
Conheça nossos pontos de distribuição
Quem Somos
Entre em contato
Marca da Agenda
Expediente
                       
               Patrocínio Apoio Realização
leirouanet siteagenda    logoitau siteagenda  
logoims siteagenda logoitaucultura siteagenda  
 logogovfederal siteagenda